Embora pareça uma justificativa simples, o roteiro de Takao Koyama utiliza o choro como um trauma psicológico profundo. Para Broly, a presença e o choro persistente de Goku representavam uma perturbação ao seu próprio poder e estabilidade mental. Quando adulto, a simples menção do nome "Kakarotto" rompe o dispositivo de controle mental que Paragus usava para dominar o filho, desencadeando uma fúria psicótica impossível de conter. O Impacto Cultural e o Legado de Broly

A emoção sempre foi a fonte de poder para os Saiyajins (os famosos "Zenkais"), mas Broly leva esse conceito a um nível extremo. A fúria é, literalmente, sua força motriz, agindo como um ciclo vicioso e autossustentável. Quanto mais ele luta e sente raiva, mais seu poder cresce, o que, por sua vez, o deixa ainda mais furioso.

Um dos pontos mais discutidos — e por vezes criticados — do filme é a motivação de Broly. O gatilho para a sua loucura incontrolável é o choro de Goku (Kakarotto) quando ambos eram bebês em incubadoras vizinhas.